13º programa Golfe Brasil - SPORTV
Com um pouco de atraso, este é o programa da semana passada, aonde fazemos um interessante entrevista com Maria Alice Gonzalez, a 1ª profissional de golfe do Brasil.
Também mostramos golfe na neve!?!?
Como pode?
Ainda um pouco mais sobre a importância da “satisfação” em um jogo de golfe
Outro dia, um senhor de 82 anos, me procurou, pois queria uma aula.
“Tenho um problema, estou perdendo distância! Me disse ele”. Bem, a princípio já imaginei o que poderia estar acontecendo...Perdendo distância com 82 anos...Mas vamos ver!
O swing estava OK e a distância também estava...Para um senhor de...!
O que estava errado?
A satisfação! A ansiedade! A expectativa!
Resultado: Toda vez que ele entra no campo é uma frustração só! Ele se aborrece! Acha-se o pior jogador do mundo! Sente-se fraco, pois todo mundo bate mais do que ele! Pode?
As expectativas devem ser plausíveis e factíveis e o jogo de golfe deve ser uma fonte de prazer.
Albatroz garante vitória no Aberto de Duplas
A dupla formada por Rafael Garcez e Rafael Rocha Miranda viraram o jogo na última rodada do Aberto de Duplas e foram campeões do torneio com apenas uma tacada de vantagem, graças ao albatroz feito por Miranda no buraco 3.
Mais de 50 duplas inscritas disputaram neste final de semana o Campeonato Aberto de Duplas do Estado do Rio de Janeiro. Inicialmente, o torneio seria disputado em Petrópolis mas, devido às fortes chuvas, o clube serrano não pôde ceder seu campo e o torneio foi transferido para o Gavea Golf & Country Club, que apesar de ter sediado o Tour Juvenil há 15 dias, acolheu o pedido da FGERJ e gentilmente abriu as portas para o torneio.
O Aberto de Duplas foi jogado na modalidade Stroke Play - Best Ball entre as categorias Scratch, Handicap 00 a 26.5 index e Handicap 26.6 a 53 index no Masculino e no Feminino, entre as categorias Scracth e Com Handicap.
A dupla formada por Rafael Garcez e Rafael Rocha Miranda virou o jogo na última rodada e, com 132 tacadas ao total, foi campeã scratch com apenas uma tacada de vantagem sobre a dupla Paulo Willemsens Neto e Miguel Elkind, que lideravam nao primeiro dia de competição. A confiança da dupla campeã veio após um albatroz (double eagle) que Miranda fez neste domingo no buraco 3, mas como o nível de jogo entre as duas duplas foi equilibrado, o albatroz foi essencial na vitória.
Na categoria com a soma de handicap até 26.5, a dupla campeã foi Francisco de Almeida e Silva - Luciano Souza Leão que venceram no desempate a dupla Roberto Correa - Marco Aurélio Virzi, ambas as duplas com 127 net cada. Com 128 net, os juvenis Leonardo Kitahara e Matthew Every garantiram o terceiro lugar na categoria e em quarto lugar no scratch, tendo Matthew feito uma volta espetacular hoje de 68 gross.
Já na categoria com a soma de handicap acima de 26.6, a dupla vencedora foi Clovis Fernandes - Roberto André Fernandes, que com 116 net venceram com quatro de vantagem para Adival Rabelo - Eduardo Rego Barros. Com 127 net, a dupla Victor Almeida - Francisco Domenech ficaram na terceira colocação.
Na disputa feminina, Vicky Whyte e Margot Brand foram as grandes vencedoras da categoria scratch com 151 tacadas somadas, treze de vantagem sobre a dupla Elza Ishii e Carmem Misumi. Na categoria com handicap, com 129 net Genete Stephen e Jacqueline Lippi garantiram sua vitória com seis de vantagem sobre as juvenis Ana Paula Costa e Vitória Teixeira.
O que o golfe tem a ver com Cirurgia Plástica?
Vejam o interessante artigo do Cirurgião Plástico, golfista e amigo, Paulo Maracajá!
------------------------------
Conversando com meu professor Ismar Brasil ele se surpreendeu com a semelhança entre alguns aspectos da Cirurgia Plástica e o golfe e seu ensino. Estranho? Não mesmo. Nas consultas pré-operatórias, um dos aspectos mais importantes a ser observados pelo cirurgião e discutidos com a paciente é o grau de satisfação a ser obtido com o resultado. Por mais óbvia que possa parecer a relação direta entre a perfeição técnica de uma cirurgia e a satisfação completa de uma paciente, não é isto que se observa. Todo cirurgião plástico com algum tempo de vivência clínica, relatará a estranha ocorrência de pacientes muito satisfeitas com resultados tecnicamente apenas razoáveis e outras insatisfeitas com trabalhos irretocáveis. O que gera esta ”estranha ocorrência ” é uma falha na percepção das expectativa de satisfação. E o que isso tem a ver com o golfe? Todos nos já percebemos que vários jogadores são eternos descontentes com seus materiais, técnicas, escores ect. Mas não a ponto de querer melhorar e usufruir e ponto final! São pessoas que possivelmente não perceberam o valor do jogo como fonte de prazer em si. Para nos, não profissionais, o jogo deve ser apenas um jogo. Quando o esforço para melhorar deixa de ser prazeroso em si... algo de errado essa acontecendo. Muitas pessoas estão em initerrupta luta com seu corpo físico e por isso ao invés de aproveitar-lo, sofrem por vê-lo sempre gordo ou fraco ou feio. Assim como cirurgiões plásticos devem estar sempre alertas para um paciente patologicamente descontente com seu corpo -- e que portanto não se beneficiará com o resultado das cirurgias -- ao professor de golfe também cabe a orientação adequada para que seus alunos não se esqueçam que o jogo é acima de tudo uma fonte de prazer e não de angústias e frustrações. Trocas constantes de materiais, pensar em treinos como algo aborrecido, irritação nos jogos ect, podem ser sinais de que algo não vai bem. O foco mudou e o profissional deverá “ recolocar a bola em jogo” . Um abraço.
Paulo Maracajá
Essa deu no NEW YORK TIMES
February 21, 2008
More Americans Are Giving Up Golf
By PAUL VITELLO
HAUPPAUGE, N.Y. — The men gathered in a new golf clubhouse here a couple of weeks ago circled the problem from every angle, like caddies lining up a shot out of the rough.
“We have to change our mentality,” said Richard Rocchio, a public relations consultant.
“The problem is time,” offered Walter Hurney, a real estate developer. “There just isn’t enough time. Men won’t spend a whole day away from their family anymore.”
William A. Gatz, owner of the Long Island National Golf Club in Riverhead, said the problem was fundamental economics: too much supply, not enough demand.
The problem was not a game of golf. It was the game of golf itself.
Over the past decade, the leisure activity most closely associated with corporate success in America has been in a kind of recession.
The total number of people who play has declined or remained flat each year since 2000, dropping to about 26 million from 30 million, according to the National Golf Foundation and the Sporting Goods Manufacturers Association.
More troubling to golf boosters, the number of people who play 25 times a year or more fell to 4.6 million in 2005 from 6.9 million in 2000, a loss of about a third.
The industry now counts its core players as those who golf eight or more times a year. That number, too, has fallen, but more slowly: to 15 million in 2006 from 17.7 million in 2000, according to the National Golf Foundation.
The five men who met here at the Wind Watch Golf Club a couple of weeks ago, golf aficionados all, wondered out loud about the reasons. Was it the economy? Changing family dynamics? A glut of golf courses? A surfeit of etiquette rules — like not letting people use their cellphones for the four hours it typically takes to play a round of 18 holes?
Or was it just the four hours?
Here on Long Island, where there are more than 100 private courses, golf course owners have tried various strategies: coupons and trial memberships, aggressive marketing for corporate and charity tournaments, and even some forays into the wedding business.
Over coffee with a representative of the National Golf Course Owners Association, the owners of four golf courses discussed forming an owners’ cooperative to market golf on Long Island and, perhaps, to purchase staples like golf carts and fertilizer more cheaply.
They strategized about marketing to women, who make up about 25 percent of golfers nationally; recruiting young players with a high school tournament; attracting families with special rates; realigning courses to 6-hole rounds, instead of 9 or 18; and seeking tax breaks, on the premise that golf courses, even private ones, provide publicly beneficial open space.
“When the ship is sinking, it’s time to get creative,” said Mr. Hurney, a principal owner of the Great Rock Golf Club in Wading River, which last summer erected a 4,000-square-foot tent for social events, including weddings, christenings and communions.
The disappearance of golfers over the past several years is part of a broader decline in outdoor activities — including tennis, swimming, hiking, biking and downhill skiing — according to a number of academic and recreation industry studies.
A 2006 study by the United States Tennis Association, which has battled the trend somewhat successfully with a forceful campaign to recruit young players, found that punishing hurricane seasons factored into the decline of play in the South, while the soaring popularity of electronic games and newer sports like skateboarding was diminishing the number of new tennis players everywhere.
Rodney B. Warnick, a professor of recreation studies and tourism at the University of Massachusetts, said that the aging population of the United States was probably a part of the problem, too, and that “there is a younger generation that is just not as active.”
But golf, a sport of long-term investors — both those who buy the expensive equipment and those who build the princely estates on which it is played — has always seemed to exist in a world above the fray of shifting demographics. Not anymore.
Jim Kass, the research director of the National Golf Foundation, an industry group, said the gradual but prolonged slump in golf has defied the adage, “Once a golfer, always a golfer.” About three million golfers quit playing each year, and slightly fewer than that have been picking it up. A two-year campaign by the foundation to bring new players into the game, he said, “hasn’t shown much in the way of results.”
“The man in the street will tell you that golf is booming because he sees Tiger Woods on TV,” Mr. Kass said. “But we track the reality. The reality is, while we haven’t exactly tanked, the numbers have been disappointing for some time.”
Surveys sponsored by the foundation have asked players what keeps them away. “The answer is usually economic,” Mr. Kass said. “No time. Two jobs. Real wages not going up. Pensions going away. Corporate cutbacks in country club memberships — all that doom and gloom stuff.”
In many parts of the country, high expectations for a golf bonanza paralleling baby boomer retirements led to what is now considered a vast overbuilding of golf courses.
Between 1990 and 2003, developers built more than 3,000 new golf courses in the United States, bringing the total to about 16,000. Several hundred have closed in the last few years, most of them in Arizona, Florida, Michigan and South Carolina, according to the foundation.
(Scores more courses are listed for sale on the Web site of the National Golf Course Owners Association, which lists, for example, a North Carolina property described as “two 18-hole championship courses, great mountain locations, profitable, $1.5 million revenues, Bermuda fairways, bent grass, nice clubhouses, one at $5.5 million, other at $2.5 million — possible some owner financing.”)
At the meeting here, there was a consensus that changing family dynamics have had a profound effect on the sport.
“Years ago, men thought nothing of spending the whole day playing golf — maybe Saturday and Sunday both,” said Mr. Rocchio, the public relations consultant, who is also the New York regional director of the National Golf Course Owners Association. “Today, he is driving his kids to their soccer games. Maybe he’s playing a round early in the morning. But he has to get back home in time for lunch.”
Mr. Hurney, the real estate developer, chimed in, “Which is why if we don’t repackage our facilities to a more family orientation, we’re dead.”
To help keep the Great Rock Golf Club afloat, owners erected their large climate-controlled tent near the 18th green last summer. It sat next to the restaurant, Blackwell’s, already operating there. By most accounts, it has been a boon to the club — though perhaps not a hole in one.
Residents of the surrounding neighborhood have complained about party noise, and last year more than 40 signed a petition asking the town of Riverhead to intervene. Town officials are reviewing whether the tent meets local zoning regulations, but have not issued any noise summonses. Mr. Hurney told them he had purchased a decibel meter and would try to hire quieter entertainment.
One neighbor, Dominique Mendez, whose home is about 600 feet from the 18th hole, said, “We bought our house here because we wanted to live in a quiet place, and we thought a golf course would be nice to see from the window. Instead, people have to turn up their air conditioners or wear earplugs at night because of the music thumping.”
During weddings, she said: “you can hear the D.J., ‘We’re gonna do the garter!’ It’s a little much.”
-------------------------------------------
E voce, o que acha?
Porque acha que o golfe "está diminuindo" nos Estados Unidos?
Porque será que atletas de esportes de alto impacto gostam tanto de jogar golfe?
Automobilistas, como Rubinho e muitos outros, gostam muito!
E o que têm a ver? Concentração? Precisão? Equilíbrio? Tecnologia?
Jogadores de futebol, como Ronaldo “Fenômeno”, Julio Baptista e muitos outros, também gostam muito!
Desafio? Paciência?Calma?Humildade? Não sei...pode ser!
Jogadores de Basquete, como Michael Jordan, adoram!
Tênis, como Ivan Lendl...que é handicap 1, também!
Porque será?
Golfe X Automobilismo
Vocês viram a entrevista do Rubinho?
Ele disse que o golfe o ajuda no automobilismo.
Concentração.
Tomada de decisões.
Capacidade de transformar uma tacada ruim ou um dia ruim em um resultado bom!
Perfeição. Diminuir erros.
Paciência.
Tem ou não tem tudo a ver?
12º programa Golfe Brasil - SPORTV
Assista a deliciosa entrevista com o campeão Rubinho Barrichello!
Gama vence no Rio
A CBG anuncia as equipes que representarão o país no Sul-Americano Juvenil
O paulista Luis Gama desencantou e venceu seu primeiro torneio do Tour Nacional de Golfe Juvenil, disputado no Gavea Golf & Country Club, no Rio de Janeiro. Na etapa anterior, disputada no Arujá Golf Club, em São Paulo, Gama perdeu no play off para o também paulista Giordano Junqueira. No ano passado, ficou em segundo lugar na etapa de Campinas. Isso sem contar o vice-campeonato nos abertos de Poços de Caldas e do São Fernando Golf Club. "Não tomei decisões corretas nesses torneios. Faltou experiência", conta o jogador.
Desta vez, Gama, de 17 anos, liderou o torneio de ponta a ponta e venceu com 207 (69/67/71), com duas tacadas de vantagem em relação aos segundo colocado, o argentino Alan Rodriguez, que jogou 209 (72/70/67). Gama, que joga em Campinas, começou bem a rodada final, com dois birdies na primeira volta. No buraco 10, porém, mandou a bola para a água e amargou um double bogey. Nos buracos 12 e 13, se recuperou com birdies. Mesmo tendo marcado bogeys nos buracos 15, 16 e 17, não chegou a perder a liderança em nenhum momento.
A terceira colocação ficou com o paulista Rafael Becker, com 215, seguido por Daniel Staff e Bernardo Willemsens (ambos com 216) e por Ivan Tsukazan e Matthew Every, ambos com 217.
Na categoria B, o paulista Rafael Becker foi o campeão com 215 tacadas, uma de vantagem para o paranaense Daniel Stapff. Com 217 tacadas, o paulista Ivan Tsukazan venceu o jogador do RJ Matthew Every na categoria C a partir do critério de desempate.
Já na categoria D, os jogadores do Rio garantiram as duas premiações. Leonardo Kitahara foi o primeiro colocado, disparado na frente com 232 tacadas. Com 257, Lucca Horwitz ficou com o segundo lugar. Na categoria E, o catarinense Lucas Gabriel dos Santos foi o vencedor entre os jovens com até 11 anos de idade. Lucas totalizou 260 tacadas contra 283 do paranaense Ulisses Toledo Jr.
"O torneio foi um sucesso, com um nível técnico fantástico. Aprendemos muito vendo o bom nível do jogo dos nossos convidados argentinos", disse Vicky White, presidente da Federação de Golfe do Estado do Rio de Janeiro. Ela se referiu aos dois jogadores vindos do país vizinho atendendo a convite da CBG.
Se no masculino a Argentina ficou com o vice-campeonato, no feminino venceu com folga. A argentina Melanie Sisto marcou 217 tacadas (70/76/71), contra 228 de Karina Palmberg, a vice-campeã (80/72/76), seguida por Hee Lim An (238), Gabriela Ramirez (241) e Larissa Rocha Pombo (245).
Com 238 tacadas somadas, a paulista Hee Lim An foi campeã da categoria B com três tacadas de vantagem para a paranaense Gabriela Ramirez. Na categoria C, a carioca Ana Paula Costa totalizou 252 tacadas e venceu com onze tacadas de vantagem a paranaense Petra Bogoslavsky. A campeã da categoria D foi a carioca Vitória Teixeira, que somou 255 tacadas contra 317 da catarinense Julia Debowski.
Incentivo - No sábado e no domingo, o Tour contou também com uma disputa de seis buracos pela Categoria Incentivo. Os pequenos golfistas iniciantes que ainda não possuem handicap, se dividiram em duas categorias: Tee Vermelho e Tee Amarelo. Entre os maiores, que jogaram do Tee Vermelho, a vitória foi da jovem golfista de Japeri Emilene Ribeiro que totalizou 87 tacadas e venceu pelo critério de desempate Graziela Pires, também de Japeri. Já o pequeno Guillermo Berengua Neto, foi campeão da categoria do Tee Amarelo com 73 tacadas, quatro de vantagem para Lorenzo Horwitz.
Convocação - A Confederação Brasileira de Golfe aproveitou para anunciar a formação da equipe brasileira que representará o país no Sul-Americano Juvenil, que será disputado de 10 a 15 de março na Colômbia. Entre os meninos, os paulistas Luis Gama e Giordano Junqueira conquistaram a vaga graças ao ranking. Já Felipe Navarro foi a escolha técnica da confederação – e foi também o terceiro colocado no ranking. Já o time feminino será formado pela paulista Karina Palmberg e pelas paranaenses Gabriela Ramirez e Larissa Rocha Pombo – as três primeiras colocadas no ranking.
"Ismar Brasil é carioca, tem 52 anos e é formado em administração de empresas. Foi presidente do Itanhangá Golfe Clube e é o atual vice-presidente da Ass. Bras. de Profissionais de Golfe. Joga há 40 anos, tendo sido 3 vezes campeão Sul Americano, 2 vezes Campeão Brasileiro, 20 vezes Campeão do Estado do Rio de Janeiro, 10 vezes campeão do Aberto do Itanhangá, 15 vezes campeão interno do Itanhangá, campeão do Aberto do Paraná e campeão do Aberto Sul Brasileiro, além de integrar a equipe do Brasil em mais de 30 torneios internacionais."